Saiba mais

INTERVENÇÃO URBANA

Consideramos uma intervenção urbana qualquer forma de manifestação artística ao ar livre que questione, critique ou denuncie algo em relação à cidade. Além da denúncia de alguma maneira, a intenção também é provocar as pessoas: seja a uma reflexão, seja a simplesmente apreciar aquele momento e local da cidade, buscando uma maior interação entre pessoas e espaços que compõe uma cidade.

Para saber mais:
Arquitetura Interiores / Lazer

CIDADANIA

A cidadania é sua possibilidade de exercer seu papel na sociedade, contribuindo não só para a não degradação da cidade, mas também para agir em prol da melhoria dela e lutar pelos direitos dos cidadãos.

Ser cidadão é ter consciência de que a cidade é de todos, e que cada um é co-responsável em tornar o local em que habita/ trabalha, um lugar limpo, seguro e vivo. É fazer parte de atividades, é propor, é usar. É viver para além dos muros. É viver o que a cidade oferece. É fazer parte da construção dela.

Para saber mais: Significados / Ação da Cidadania

INOVAÇÃO SOCIAL

Inovar é basicamente sair da inércia, ter ideias e atitudes “fora da caixa”. Quando você pratica a inovação social, além de ser criativo, você impacta positivamente na sociedade, com soluções para os mais diversos desafios que vivemos diariamente.

Para saber mais: Design Echos / Urbs nova

ENGAJAMENTO

Este é um termo relativamente novo, porém muito importante: engajar é envolver-se e comprometer-se com algo, seja com suas responsabilidades diárias, seja na questão social. Estar engajado é ter a atitude de querer fazer parte e agir para que as coisas aconteçam de fato.

Essa é uma das palavras mais chaves do trabalho do AU, que busca sempre novas e criativas formas de “seduzir as pessoas” para que se interessem em fazer parte da resolução de desafios do seu dia a dia. É também um dos maiores desafios da nossa sociedade, que adora cobrar a ação dos outros, mas fica esperando que soluções caiam do céu. E se a gente agisse junto para encontrar as melhores e mais criativas soluções para os nossos desafios agora mesmo, colocando a mão na massa?

Para saber mais: Martha / Exame

PROCESSOS PARTICIPATIVOS

Como o nome diz, os processos participativos utilizam-se de metodologias inclusivas de condução e gestão de grupos, abrigando a diversidade presente.

São maneiras de potencializar o conhecimento das pessoas presentes, buscando principalmente soluções inovadoras e encaminhamentos concretos, como criação de agenda, próximos passos, etc. Podem ser usados em trabalhos em grupo, organização de eventos e até na definição de políticas públicas.

São também grandes exercícios descentralizadores, em que as decisões são tomadas coletivamente, sem hierarquia. São também grandes aliados para que a conclusão de uma reunião não seja apenas “precisamos marcar outra reunião”. Isto soa familiar? Que tal testar algum destes processos em sua realidade?

Para saber mais: Ecured / Sociológico

PROTOTIPAGEM

Quando uma instituição quer lançar um novo produto ou serviço, dificilmente terão um grande sucesso se não testarem e colherem opiniões de seus potenciais usuários/ clientes. Isto significa que, dificilmente, sua primeira ideia será a melhor que você pode ter, e que com certeza você pode aprimorar de maneira eficiente sua proposta se envolver outras pessoas no processo.

A ideia é que os protótipos aconteçam o quanto antes e da maneira mais simples, suja e barata. E que seja repetido quantas vezes for necessária. Afinal, inovação caminha junto com um “risco de erro”, e quanto antes isto acontecer, menor o prejuízo, e maior as chances de você colocar algo no mercado que esteja condenado ao sucesso!

Para saber mais: Inovaqui / Projeto292

NEGÓCIO SOCIAL

Normalmente, um negócio tem um princípio básico: lucrar, “haja o que hajar”. A diferença de um negócio convencional de um negócio social, é que o segundo, além do lucro, busca criar um impacto positivo, resolvendo algum desafio cotidiano da nossa sociedade.

Acreditamos que para uma iniciativa ser sustentável (no sentido amplo da palavra), ela deve gerar lucro, para que seus idealizadores possam continuar trabalhando nela, cada vez mais, no seu dia a dia, não apenas um hobby por idealismo, e assim aumentar seu impacto.

Para saber mais: Yunus / Porvir

ABUNDÂNCIA

Este é um dos grandes princípios dos trabalhos do AU: enxergar a abundância onde aparentemente só existe escassez.

Curiosamente, sempre fomos educados a buscar os problemas, dificuldades, obstáculos e os culpados para nossos desafios diários. Quantas vezes você já ouviu “isso é responsabilidade do governo, não nossa” ou “não podemos agir porque não tem dinheiro, falta isso, tal pessoa ficou devendo aquilo…”?

Trabalhar focado na abundância é pensar no que temos AGORA e como podemos começar a agir JÁ!

Para saber mais: Design Echos / Bancaleiro