Nossa história

HISTORIA

Do entendimento da cidade como um organismo vivo e interconectado, a inspiração ao nome que escolhemos para nos representar não apenas institucionalmente, mas que carregasse o quê acreditamos: se conseguirmos gerar transformações em vários pontos de um lugar, o sistema como um todo se transforma.

Depois de participar em 2009 do Guerreiros Sem Armas, programa internacional de formação de empreendedores sociais do Instituto Elos, Renata Minerbo voltou para a faculdade de arquitetura e urbanismo disposta a continuar vivenciando em seu cotidiano esse movimento de transformação que havia se conectado.

Em 2011, graças a um trabalho de iniciação científica, Renata voltou a se debruçar sobre o tema mobilização comunitária revisitando o Jogo OASIS, tecnologia social que promove transformações físicas no mundo engajando comunidades na dinâmica de transformação local. Entre as várias conversas que teve para o trabalho, se encontrou com o também arquiteto Rubens Marcatto. De conversa em conversa, o grupo cresceu para sete pessoas e tornou-se multidisciplinar. Todos trabalhavam e se dedicavam a esse encontro de pessoas e ideais, Rubens sugeriu o nome Acupuntura Urbana. Ficou.

Além de um grupo de estudo e reflexão sobre transformação positiva olhando a cidade como plataforma, o grupo contribuiu com a iniciativa do Luta Popular junto ao Periferia Ativa,  trabalhando ocupação em terreno baldio no Capão Redondo, extremo sul de São Paulo, com a intenção de aprender na prática.

Ao longo de 2012, o grupo continuou se encontrando, mas com menor frequência. Os que permaneceram trabalhavam em outros lugares e se dividiam entre os empregos formais e o grupo de trabalho, que acabou não puxando mais nenhuma iniciativa na cidade. Em setembro, Renata decidiu se desligar do escritório em que estava e investir seu tempo e energia integralmente para estruturar o Acupuntura Urbana em suas diversas áreas.

No começo do ano seguinte, por meio de financiamento colaborativo no Catarse, implantou a primeira ação institucional com o Projeto Coruja, na Vila Madalena, zona oeste de São Paulo. A iniciativa aconteceu ao longo de todo o ano de 2013, momento no qual o Acupuntura Urbana teve seu primeiro reconhecimento e validação do trabalho, ao ser selecionado para o Wings For Change (hoje Amaphiko), rede nacional de empreendedores sociais criado pelo Instituto Asas, braço de responsabilidade social da Red Bull no Brasil.

Se quiser saber um pouco mais sobre a nossa história, assista o video que o pessoal do CO.MO.VER fez: